quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Passado



Não é a religião que vai criar um ser humano perfeito, não é ser ateu e negar a existência de Deus que também vai fazer de você um ser humano bom. O que vai fazer de você um ser humano é a benevolência com o próximo, independente da sua crendice ou não! Seguir o caminho da vida acreditando naquilo, sem passar por cima dos outros, sem trazer o mal para o próximo. Seja você de qual religião for, ou se não tiver nenhuma, não importa, o que importa é a bondade interna dentro de si.
Quando era criança costuma sair pra visitar minha avó, mais pra fazer isso eu tinha que pegar um ônibus da cidade que eu morava, Campo Belo-MG e seguir até São Francisco de Paula-MG, depois eu seguia 15 km a pé por uma estrada de terra, em pleno centro-oeste mineiro, lugar de gente simples e hábitos diferente do que eu vivia no meu cotidiano. Não havia energia elétrica, nem água encanada, se dormia numa cama de colchão feito de palha e o travesseiro feito de paina (fruto de uma árvore que parece com algodão), pra se usar água tinha que busca-la em uma mina, uns 300m distante da casa depois esquenta-la no fogão a lenha e usar o chuveiro de baiano! Era um casebre simples sem muitas condições, mais aprendi muito ali com ela. Na simplicidade total da vida.
Minha avó morava boa parte do ano sozinha, passava muitas vezes o ano novo, natal sozinha. Procurava sempre ir vê-la e passava lá com ela alguns dias, certa vez quando tinha 16 anos fui até a casa dela, naquela época saí de casa cedo passei pelo “Campo das Caçadas Felizes”, lugar onde cresci com meu pai e meu tio e aprendi a arte de caçar. Então segui novamente pra casa dela, chegando lá de noite. Ela assustada, com o cão latindo, disse:
- Quem esta aí? – Então eu disse:
- Sou eu vó, o Luciano! – Ela exclamou:
- Meu filho porque você chegou essas horas andando nesse cerrado! – Disse a ela:
- Não tem problema, vó. Foi um pequeno desvio no curso até aqui!
Então entrei, a luz de lamparina iluminava a sua cozinha, comi a comida e ela ficava muito feliz comigo lá, pois sempre ficava muito só. Minha mãe um dia me disse que o dia que ela teria todos juntos seria quando morresse.
Ela acreditava em Deus, tinha uma maneira peculiar, típica mineira de vê-lo, lógico que se misturavam muitas crendices, mais eu adorava vê-la contar tudo pra mim, além de casos muito interessantes.
Com ela eu aprendi a ser humildade na prática, buscando lenha e fazendo obrigações do dia-a-dia que mostravam uma maneira de ver a Deus que formou o que eu acredito. Ela viveu a vida inteira, mais de 70 anos praticamente no mesmo lugar. A última vez que eu caminhei com ela foi em fevereiro 1995, quando andamos até São Francisco de Paula, pra podermos ir pra minha casa. A última vez que eu a vi foi 20 dias antes dela morrer, quando em julho de 1995 ela fez aqueles 15 km a pé sozinha e Deus.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

"Os Benefícios da Guerra"

A guerra não é totalmente ruim. Ela contribui em algumas áreas. Depois da II Guerra Mundial, por exemplo, tínhamos a penicilina, a propulsão a jato e outros benefícios científicos. A guerra também ajuda em nossos conhecimentos de geografia. Agora sabemos onde ficam as cidades de Basra, Kirkuk e Umm Qasar. Essa recente guerra tem me ajudado muito porque me fez compreender algumas dimensões da vida que me passavam desapercebidas.

Depois de tantas mortes eu compreendo.

Porque Albert Camus escreveu sobre a alienação humana e, indignado com a banalização da vida, mostrou-se tão niilista; porque Sartre via o próximo como a causa de sua náusea. Agora entendo o suicídio de Ernest Hemingway. Ele identificou nas touradas espanholas o sinistro desejo humano de fazer da morte um espetáculo, de reduzir o adversário à humilhação máxima e de tornar o ritual de execução tão previsível que a platéia sente o gosto da morte antes que chegue. Os três testemunharam as atrocidades da guerra de Franco, contemplaram as trincheiras transbordando de sangue de uma guerra mundial. Perceberam que somos os lobos de nós mesmos.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque Pablo Picasso pintou a sua Guernica. Aqueles corpos torcidos, desfigurados e feios não faziam tanto sentido para mim. Agora entendo porque faziam sentido para ele que respirou o ar mórbido de sua Espanha ferida. Picasso contemplou o inferno com um olhar de artista e o retratou com uma dor humana.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque os jovens da década de sessenta rejeitaram os valores ocidentais. Sei agora porque os filhos daquela primeira metade do século XX não toleravam o cristianismo dos seus pais. Aquele cristianismo que não conseguia se concretizar em doçura e se contentava com rituais vazios. A fé com uma visão colonialista e hipócrita. Eles lembravam que duas bombas atômicas dizimaram centenas de milhares de civis. Perceberam que o discurso miúdo de amor e compaixão não se viabilizava no macro. Esse mundo não lhes servia. Desejavam paz e amor.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque é preciso manter uma atitude crítica quanto à imprensa e saber discernir a manipulação da máquina de propaganda. Agora entendo como o povo alemão foi seduzido e chegou a acreditar que os judeus eram vermes que necessitavam ser riscados da humanidade. Entendo porque a grande maioria dos cristãos alemães se encantou com a eficiência administrativa, econômica e militar do nazismo e se calou quando deveria exercer o seu mandato profético.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque Elie Wiesel afirmou que viu Deus no rosto de um menino enforcado pelos nazistas. As atrocidades que ele testemunhou não se encaixavam com a mensagem que herdara de seus antepassados judeus. Wiesel não aceitava que um Deus onipotente contemplasse passivamente a morte de milhões de inocentes. Agora entendo porque tantos judeus abandonaram a sua fé.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque Jimmy Carter governou com tanta dificuldade em Washington. Agora entendo porque ele só floresceu em sua humanidade quando se tornou ex-presidente. A máquina e os interesses militaristas são desumanos demais para quem deseja viver o espírito da bem-aventurança: Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque Francis Schaeffer propunha que a igreja deveria ser co-beligerante e fazer parcerias com outros segmentos que defendessem pontualmente os valores do Reino de Deus. Agora compreendo que é possível concordar até com Paulo Coelho, quando ironicamente agradece ao presidente George W. Bush pelo que faz pela humanidade: “Agora que os tambores da guerra parecem soar de maneira irreversível, quero fazer minhas as palavras de um antigo rei europeu a um invasor: ‘Que sua manhã seja linda, que o sol brilhe nas armaduras de seus soldados, porque durante a tarde eu o derrotarei’. Obrigado por permitir a todos nós, um exército de anônimos que passeiam pelas ruas tentando parar um processo já em marcha, tomarmos conhecimento do que é a sensação de impotência, aprendermos a lidar com ela e a transformá-la. Portanto, aproveite sua manhã e o que ela ainda pode trazer de glória. Obrigado porque não nos escutastes e não nos levaste a sério. Pois saiba que nós o escutamos e não esqueceremos suas palavras. Obrigado, grande líder George W. Bush”.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque John Stott propunha que a igreja fosse uma contra-cultura. Não podemos legitimar processos políticos contaminados pelo pecado. A igreja não pode se posicionar ao lado da espada e sim das enxadas; não justifica tanques, sim os arados.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque as pedras clamam quando o povo de Deus se cala. Agora entendo o peso dos argumentos de Maurício Pessoa no “Estado de Minas Gerais” em 24 de março de 2003: “Particularmente, não compreendo porque é mais glorioso bombardear de projéteis uma cidade assediada do que assassinar alguém a machadadas. A guerra é aquele monstro que se sustenta do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome, tanto menos se farta. É aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as cidades, as crianças e velhos à destruição sem piedade. É a guerra aquela calamidade composta por todas as calamidades. A guerra não é um instinto mas um invento. Os animais não a conhecem e é pura instituição humana como a ciência ou a administração. Diante dela o pacifismo está perdido e se transforma em pura beatice. Tal como os assassinatos, as guerras invariavelmente não passam de ataques de loucura. Mas, afinal, o que é a guerra? A guerra consiste em fazer o impossível para que imensos pedaços de ferro penetrem na carne viva em nome da honra e glória”.

Depois de tantas mortes eu compreendo

A grandeza de Mahatma Ghandi que pregava a não-violência mesmo quando o império britânico tripudiava a miséria indiana; a nobreza de Martin Luther King Junior que não se deixou azedar pelo sistema e pela cultura que baniam os negros do convívio e da riqueza americana; a envergadura de Nelson Mandela que não insuflou ódios e sim a reconciliação em seu país adoecido por tantos anos de preconceito racial. Agora entendo porque a Bíblia afirma que “são formosos os pés daqueles que anunciam a paz”.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque a fábula do lobo e do cordeiro nunca se desatualizou. Quando o lobo determina matar o cordeiro, esgotam-se os argumentos. Agora entendo porque Jesus é descrito como o Cordeiro de Deus. O Príncipe da paz não pactua com a lógica dos lobos. Quando os seus discípulos sugeriram que fizesse cair fogo do céu sobre os Samaritanos, ele lhes repreendeu, pois aquele espírito não vinha de Deus.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque os impérios ruem e como as potências se desmoronam. Agora sei que os exércitos não garantem a perpetuidade do poder. Mesmo com toda a sua força, o reino Macedônio não subsistiu ao poder de Roma, e os bárbaros, considerados a mais reles de todas as raças, acabaram conquistando Roma. Reconheço a sabedoria do provérbio bíblico: a soberba precede a queda e o espírito altivo vem antes da destruição.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque as mil razões para um povo atacar outro ainda são insuficientes para justificar o pânico de um menino que não consegue dormir com o barulho avassalador de bombas. Agora entendo que a promessa de uma paz futura não justifica a morte daquele idoso que não conseguiu arrastar os pés para fugir do calor do míssil que explodiu a cem metros de sua casa.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque Deus se arrependeu de haver prometido a destruição de Nínive. Ele ama as pessoas e ali havia 120 mil homens que não sabiam discernir a mão esquerda da mão direita. Agora eu entendo com mais profundidade porque ele deu o seu Filho com a missão de salvar e não de condenar.

Depois de tantas mortes eu compreendo

Porque devemos orar por paz.


Soli Deo Gloria.
Fonte: http://foradazonadeconforto.blogspot.com/2009/09/os-beneficios-da-guerra.html

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O importante é o que você pensa e acredita




A religião para muitos ateus no mundo, principalmente a cristã é vista como um mal. Onde pessoas dominam outras através do medo e as fazem odiar outros por terem outras religiões ou serem atéias. Concordo em partes com ateus, mesmo acreditando em Deus! Uma religião não pode ser forçada a alguém, como se fosse um cabresto, obrigatório a seguir. Uma religião deve ser aceita pela própria pessoa, de livre espontânea vontade. Obviamente ateus usam de argumentos contra essa pessoa, mais o importante é o que você pensa e o que você acredita, os argumentos deles serão ínfimos se você crer realmente, mais com coerência, sem ficar cego e obcecado pela sua religião.
Resumindo, uma fé cega não levará a nada e um ateísmo cego também não. Pois ambos somos seres humanos e quanto mais disputa mais distante ficamos uns dos outros!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Realidade



Relacionemos um comportamento, uma maneira, ou seja, uma forma de vida nesse mundo. Essas palavras soam de forma abalada, talvez incoerente, apenas vizualizem abaixo.
São pensamentos psicóticos que às vezes vem a nossas mentes, que vivem constantemente dentro de nossas cabeças, pensamentos sobre a religião que vem e se chocam com isso tudo, como se fosse o mar batendo em uma rocha numa praia!
Vemos que a maioria das pessoas não se importa com ninguém, acreditam que o que fazem talvez seja certo. Porém podemos ver que na hipocrisia e prepotência delas, edificam cada vez mais essa sociedade falsa e impotente, fraca e corrupta.
A religião mesmo é um exemplo disso, todos participam, se dizem cristãos mais na prática são diabólicos! Se a religião torna-se os homens bons, o mundo seria melhor, pois não é a religião que forma a bondade humana, somos nós mesmos que devemos ser bons.
O homem por si só já é mal por natureza, desde pequeno ele já nasce com esse instinto. E quando fica adulto aplica tudo na sociedade, como se fosse sua selva, sua casa como sua toca. A sociedade é uma selva, onde um devora o outro em busca de seu interesse próprio. Nisso milhares de problemas sociais aumentam. Desde que o homem começou a viver em sociedade sempre existiu o rico e o pobre, como na selva o mais forte e o mais fraco. Daí, sempre há de ser assim, Vemos o mundo e reparamos que muita coisa camufla essa verdade, mídia, religião, etc. Porém continua a mesma coisa sempre.
Pra alguém ser poderoso, basta que o poder dele manipule as massas e pronto, com isso ele sempre estará ali no seu trono. Porque quando se manipula as mentes dos outros as suas forças aumentam, dando a ele um controle absoluto.

Muitas vezes caminhando pela rua olhamos as pessoas, os carros, os edifícios, enfim a sociedade e daí eu olhamos dentro de nossas mentes e nos deparamos com pensamentos horríveis, como perder um filho, uma esposa dentre outras coisas e me vejo depois de tudo isso nos transformado em um monstro. E a fúria, o ódio e a vingança se tornam alimentos. Daí muitos religiosos e outras pessoas diriam: “Que falta de fé! Ore, peça a Deus!” Concordamos que possa ajudar, pois devemos acreditar que exista um Deus, mais não se pode controlar pensamento, algo que não pode ser dominado. O pensamento é uma força que não se pode fechar ou esquecer. Ele domina e prevalece sempre. Então não se pode falar o que se pensa? Por quê? Atingem muitos! Porque os senhores do poder não gostam que as pessoas pensem naquilo que acreditam. Pensamentos podem atingir os manipuladores! E assim, desta forma que percebemos que tudo funciona, uma máquina enorme, que manipula a todos, chamada sociedade, manipulando a todos segundo as regras dela, não aceitando mudar nada, apenas impondo.
Parece que o mundo é totalmente conivente com tudo de ruim que acontece, mais não é de todo a regra geral, existem aquelas almas boas que tentam por sua vez mudar aquelas mentes pobres de tudo, de espírito, de inteligência e que acredita que o mundo é bom assim mesmo, sem se preocupar com nada, como se fossem kamikazes prontos para o último vôo, dura realidade. Vê-se isso em todos os países do mundo, particularmente aqui em nossa terra natal, Brasil, parece ser incrível como tudo é tão aceito. Coisas absurdas são feitas e deixadas para tráz, como se fossem certas! Será sempre assim.
Enquanto a roda do tempo passa, parece pior. A sociedade de hoje é um caos sem fim, grandes cidades, grandes misérias! Políticas sujas e corruptas as tornam ainda maiores, tornando o mundo cheio de pontos de concretos, onde os homens vivem como vermes destruindo um corpo, dia após dia. É assim que devemos imaginar o homem no mundo. Um verme que destrói tudo a seu único e exclusivo favor, buscando mais e mais a todo o momento. Reflita isso, basta olhar na sua casa, vizinhança, bairro, cidade e assim por diante e você vai ver que é real, muito real. O homem é um ser destrutivo.

Veja o cristianismo, Jesus Cristo veio ao mundo falou sobre o "ser humano", colocou idéias de união, de fé, onde o homem tem um fundamento importante de viver, ou seja “Amai-vos uns aos outros” foi o principal mandamento. Então os homens da época, senhores do poder, o pegaram, o humilharam e o pregaram em uma cruz. É irônico demais que o filho de Deus tenha vindo ao mundo e homem o destruiu, o homem é assim. Tira tudo que lhe atinge o caminho, seja de qual forma for, seja de que maneira for.
As boas almas que fazem muito, mais muitas vezes, aceitam tudo da sociedade e ficam fazendo o trabalho sem fim numa roda que vai e vem na mesma direção. Talvez seja esse o desejo do Diabo, dominar sempre cada vez esse mundo, de maneira que ele mesmo não parece ser o culpado, pois sendo ele o pai da mentira, fez uma grande coisa, ninguém acredita nele. E ele está a solta por aí.

A tal felicidade parece não ter raízes parece uma planta pequena que cresce e morre num piscar de olhos e dependendo de quem for essa planta, ele não há vê mais.
Quando se pensa dessa forma que eu coloquei aqui percebe-se uma forma diferente e ampla das coisas, como pode ser? Simples demais o trajeto da vida, é assim que é! Dura-se pouco demais, tudo que nós classificamos e colocamos como melhor, vai rápido demais. Mais Cristo dizia muito sobre isso, o peso do fardo de cada um.

A prepotência humana é incrivelmente cega! De que adianta o indivíduo ter seu olhar altivo, sendo que no final ele vai parar no mesmo e único lugar, perante a morte. Muitas vezes observo os membros da igreja, fiéis, vejo o quanto eles são assim, vivem àquela hora de oração e o resto do tempo contempla a todos com sua maneira prepotente de ser.
Todos buscam alguma coisa, prazer, poder, diversão, sucesso, glória, centenas de coisas são procuradas todos os dias, poucas são encontradas, vendo talvez que a felicidade pode estar perto de nós, caminhamos pra bem longe numa busca por ilusão, uma corrida atrás do vento, porque no final não adiantará nada.
Maldita sociedade! Discriminam aquilo que consideram diferente aquilo que não conhecem nem compreendem, não tem sequer um mínimo de respeito em saber do que se trata e muito menos qual o fundamento. Não, preferem atear fogo e se livrar! É assim que funciona sociedade. Maldita seja!

O mal é que as pessoas vivem em um mundo de consumismo sempre cada vez maior, sem saber o que significa o valor de cada coisa, desperdiçam tudo e este consumismo destrói a si próprio e a tudo a sua volta. É assim que o mundo vive, uns jogando fora, outros procurando no lixo, uns com tanta fartura e outros morrendo de fome! Isso não é sociedade, isso é um verdadeiro inferno na terra.
Porque o mundo tem que seguir essa? Porque não podemos abster dessas regras e seguir uma nova ordem? Se uníssemos seríamos mais fortes, não só em idéias mais em coerência com o próximo. Mas o ser humano é assim, sempre ambicioso por mais e mais. Está no gene humano. Está dentro de nós querermos cada vez mais. Então nunca irá mudar, sempre será assim.

A raiz de todo o mal é o dinheiro, pois ele é o mal que move a humanidade. É por ele que todos vivemos sempre buscando cada vez mais e mais. É a espécie de poder que nós fazemos maiores ou menores, melhores ou piores, como ele faz-se quase tudo.
Assim sendo a sociedade é alicerçada sobre o dinheiro, aqueles que têm mais influenciam os que têm menos.
Com o poder do dinheiro a sociedade modela e dita a forma que se deve vestir, possuir, ou seja, a maneira que se deve ser! Aquele que não está dentro disso não é bem vindo, é discriminado.
Essa é a sociedade! Que todos vivemos e alimentamos com nossa própria vida, dia após dia, sem cessar, dando vida aos mais poderosos e alimentando essa insanidade maldita chamada sociedade.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

TROPEADA VI - PEDRA DO LENÇOL 2010

Novamente como no ano anterior, realizamos mais uma vez a Tropeada VI 2010, porém esse ano com a grande vantagem do aumento dos tropeiros! Segue as fotos! E como disse ano passado: QUE SE DANE O DIABO!! virou o lema da Tropeada!












segunda-feira, 4 de outubro de 2010

FOGO DO AMANHÃ




Luzes cintilantes nos fazem buscar esperança
Armas do destino tentam matar a esperança.

Enquanto buscamos forças para viver mais um dia,
os pesadelos continuam!
Fogo do Amanhã

Sombras dos passado alimentam um amanhã amargo
lembrando sempre um presente cheio de medo e dor

Enquanto buscamos forças para viver mais um dia,
os pesadelos continuam!
Fogo do Amanhã

Erguemos das cinzas a cada despertar
pois o caminho não acabou, somos filhos da luz!
Ignoramos o medo e nos alimentamos disso
Carregando um fardo consolidado na fé do amanhã

Enquanto buscamos forças para viver mais um dia,
os pesadelos continuam!
Fogo do Amanhã

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Folia de Reis

É muito prazeroso que ainda possa ver uma folia de reis, independente de muita coisa, a folia representa uma cultura popular muito especial.



Origens
Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltasar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII(8).

Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal. No estado do Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até o dia 20 de janeiro, dia de São Sebebastião. Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três "Reis Magos", denominados Melchior, Baltasar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos a partir do século VIII(8).

Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal. No estado do Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até o dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião e padroeiro do Estado.

Na cultura tradicional brasileira, os festejos de Natal eram comemorados por grupos que visitavam as casas tocando músicas alegres em louvor aos "Santos Reis" e ao nascimento de Cristo; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Reis Magos. Trata-se de uma tradição originária de Portugal que ganhou força especialmente no século XIX e mantém-se viva em muitas regiões do país, sobretudo nas pequenas cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, dentre outros.

Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país. O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel. astião e padroeiro do Estado.

Na cultura tradicional brasileira, os festejos de Natal eram comemorados por grupos que visitavam as casas tocando músicas alegres em louvor aos "Santos Reis" e ao nascimento de Cristo; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Reis Magos. Trata-se de uma tradição originária de Portugal que ganhou força especialmente no século XIX e mantém-se viva em muitas regiões do país, sobretudo nas pequenas cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, dentre outros.

Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país. O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel.
Fonte: Wikipédia, a enciclópedia livre